Chega ao fim, daqui a pouco, a pior campanha política desde 1989. E não fui eu quem disse, que não me lembro sequer da 1993. Foi Luiz Nassif em um dos seus tuítes. Goste ou não dele, o cara está cobrindo política há séculos.
Nesse momento, a Veja posa, mais uma vez, de vestal da democracia brasileira.
“Mas por que um assunto distante das discussões relativas ao futuro do país marcou o segundo turno de forma tão presente, enquanto programas de governo simplesmente desapareceram? Para cientistas políticos ouvidos pelo site de VEJA, o “fenômeno” retrata o vazio da campanha deste ano, especialmente no segundo turno.